Belo Horizonte, 28 de junho de 2017.
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Por Aileda de Mattos Oliveira
Criemos a nossa comissão da verdade!
Porque não agimos contra os mercenários desejosos de implantar a “democracia” cubana no nosso país? Aqueles que se atiram como chacais ao dinheiro público, para jogá-lo na sarjeta dos senis Castros e dos criminosos ditadores de países africanos.

Por que admitimos que o centro corruptor da nação estabeleça o controle das ações, impondo a antiordem dos valores comportamentais? 

Por que admitimos a depredação dos bens patrimoniais por minorias que, a pretexto de condenar o estelionato político do governo, investem contra as forças policiais, que não encontram respaldo de seus respectivos governadores, principalmente o do Rio de Janeiro, que se escafede vergonhosamente?

Por que não exigimos o nome de quem paga os artefatos com os quais os neorrebeldes destroem o patrimônio público e particular? O dinheiro é do contribuinte, sabemos, mas quem o libera? 

Por que permitimos que os policiais militares sofram espancamentos e provocações de jornalistas militantes ligados ao governo e filmem a reação dos policiais, mas não a causa que os levou a se defenderem, para forjarem atos de violência nas matérias sensacionalistas de seus jornais? 

Por que não exigimos dos governadores a defesa desses homens, que agem em defesa da parte ordeira da sociedade, sem direito a retornar às suas casas, após um dia de trabalho? Nada fazem por necessitarem da bengala de Brasília para sustentarem-se politicamente com o tradicional servilismo à presidente.

Por que permitimos a perseguição às Forças Armadas, principalmente ao Exército, pelos permanentes guerrilheiros que tentam, por meio de seus articuladores, atingi-las, psicologicamente, com imposições recebidas das organizações mundiais que exigem dela, presidente, obediência, ferindo continuamente a nossa soberania? De feroz mercenária, torna-se mansa e submissa nas mãos de qualquer OEA.

Por que permitimos mais uma afronta aos militares e não reagimos ao Grupo de Trabalho que pretende infestar os quarteis com os miasmas de civis que nunca trabalharam em favor do país?

Por que não usamos da mesma pressão psicológica empregada contra as Forças, a fim de dobrarmos a cerviz dessa inconsequente presidente, já sem prumo na aparência e na mente, pela pegajosa submissão aos sarneys do Caribe.

Por que permitimos que a presidente de direito e o presidente de fato enviem dinheiro da nação brasileira a países cujos dirigentes são perversos ditadores, a fim de beneficiarem o desqualificado torneiro mecânico em seus negócios escusos?

Por que permitimos continuarem esvaziando o erário sem que exijamos a reposição dos muitos milhões que recheiam as contas particulares dos políticos mais indignos e repugnantes que já surgiram em qualquer país do mundo?

Por que não nos unamos e damos a resposta merecida e na justeza do peso político e social que as Forças Armadas sempre tiveram num país de irresponsáveis que jogam nas suas costas os problemas causados pela desobediência civil?

Criemos, a nossa CVSG – a Comissão da Verdade Sobre os Guerrilheiros e vamos levar essa máfia insaciável, que trabalha incansavelmente para a desagregação das unidades étnica e territorial e o esboroamento das Instituições, às barras dos tribunais, antes que a Justiça acabe tragada pela corruptora PEC 37, a da Impunidade.

Que seja convocada em ato público, a presidente que acumula o cargo de Comandante em Chefe (Que Deus me perdoe esta heresia!) para esclarecer à Nação, quando era Dilma ou Estela ou Dulce ou Patrícia ou Wanda, a “camarada de armas” de José Dirceu. 

Que seja convocada para confessar quem lançou a bomba que matou covardemente o jovem soldado Mário Kozel Filho. 

Que seja convocada para dizer que mão programou a bomba que mutilou Orlando Lo-vecchio e a que matou e mutilou no Aeroporto Guararapes.

Que seja convocada para dizer onde estão ou como gastou ou onde depositou os dólares roubados do cofre do então governador Adhemar de Barros. 

Que diga se foi mentor (assim mesmo, não ajeitemos o gênero da palavra ao gosto desta senhora) dos assaltos a bancos com ví-timas de inocentes clientes que aguardavam a sua vez. Que mostre as sequelas das contínuas torturas que diz ter sofrido. Talvez seja o corte da cabeleira desgrenhada como mostra a foto empunhando seu amigo fuzil.

Que seja convocada para explicar tanta versatilidade numa cabeça que hoje se mostra vazia de inteligência, de raciocínio, de clareza na expressão de um simples pensamento de quatro palavras. Diante da amostragem de ineficiência no trono que sempre desejou, supõe-se que, ou a Dilma é outra, e esta é a Estela ou Wanda, ou nenhuma delas. O país precisa saber a verdade desta senhora e de tantos outros, peças excrescentes da política nacional.

Que seja convocada a Maria do Rosário, a de maus bofes, para informar qual a sua real função num ministério criado por imposição de organizações internacionais que interferem constantemente na soberania do Brasil, porém, é paga pela própria vítima: o con-tribuinte brasileiro. Quem é esta maquiavélica criatura que usa nome de beata, mas nada mais é do que a encarnação do mal?

Que seja convocada a tal “ministra da mulher” cujo nome faço questão de não pronunciar e não digitar, pelo asco que me causa a sua vida mais que pregressa.

Que sejam convocados o Dirceu, o falso Genoíno, o Vanucchi que recebeu de seus patrões da OEA um assento de urtiga na CDH para tramar contra o próprio país. Que sejam convocados todos os demais traidores, cujas fotos estão em desfile constante pela internet.

Que sejam, enfim, mostrados em público os mercenários desejosos de implantar a “democracia” cubana, e atiram-se como chacais ao dinheiro público, para jogá-lo na sarjeta dos senis Castros e dos criminosos ditadores de países africanos.

Ações antidemocráticas são a marca registrada do rebotalho vermelho.

Este é o momento de criarmos a nossa CVSG, a Comissão da Verdade Sobre os Guerrilheiros, de ontem e dos que estão começando a irromper no país. 

Está lançada a ideia fundamental! 

Aileda de Mattos Oliveira
ailedamo@gmail.com
Prof.ª Dr.ª em Língua Portuguesa, membro da Academia Brasileira de Defesa.
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