Belo Horizonte, 12 de dezembro de 2017.
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Dilma é vaiada

Q

ual a surpresa da estrondosa vaia
recebida pela presidente Dilma? Era mais do que esperada, tal qual a do seu mentor, Lula da Silva, nos Jogos Panamericanos. Entre os quase 70 mil expecta-dores, a unanimidade era a classe média brasileira (não aqueles 40 milhões que foram “promovidos” de classe, por receber 3 salários mínimos)  que não poderia deixar de se manifestar espontaneamente naquela oportunidade. 

É ela que paga impostos escor-chantes (e mal empregados); que trabalha; estuda; lê jornais e revistas; é assaltada e assassinada; que se indigna com a inflação; com os juros extorsivos praticados pelos bancos (Banco do Brasil -88% ao ano!) e obras superfaturadas, pagas e inacabadas, como a da transposição das águas do Rio São Francisco e as da Delta, em conluio com governadores; com os escândalos de corrupção que ocorrem em todos os níveis das administrações municipais, estaduais e principalmente, na federal; com o aparelhamento de petistas/comunistas nas estatais e na mídia; a morosidade da justiça e o não pagamento de precatórios; as invasões, ocupação e destruição de propriedades rurais; com a atuação do Foro de São Paulo; e principalmente, quando vê os mensaleiros, já condenados pelo STF, ainda não terem sido devidamente tran-cafiados.

Como não poderia deixar de ser, di-versos ministros e políticos tentaram minimizar a estrondosa vaia recebida (como sempre, esvaziada pela TV), entre eles o ministro da Educação (!!), Aloisio Mercadante, citando Nelson Rodrigues – “ O Maracanã vaia até minuto de silêncio.” Mas não vaiava o presidente Médici, que era aplaudido antes mesmo de ser anunciado. E também, no Morumbi e no Olímpico, de Porto Alegre.

E tudo isso, sem falar na Educação. na Saúde e na Segurança.

Resumindo, foi uma vaia mais do que merecida e que continua sendo repetida indiretamente nas passeatas que são realizadas diuturnamente nas capitais dos principais Estados e em inúmeras cidades brasileiras e no exterior.

Por isso, deixou de comparecer ao encerramento da Copa das Confederações (também o governador Sérgio Cabral e o prefeito Eduardo Paes), pois seria novamente vaiada e com muito mais razão e entusiasmo.

FORA  DILMA!!

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