Belo Horizonte, 25 de março de 2019.
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Por Anatoli Oliynik
Calando os desarmentistas

A mídia brasileira massacra diariamente o ideário popular de que é preciso desarmar a população para reduzir os homicídios no país.

A psicose dos jornalistas brasileiros pelo desarmamento alcança magnitude inimaginável. Tão logo chega ao conhecimento dessa legião de zumbis, ideologicamente engajados, qualquer caso de homicídio em qualquer parte do mundo, a mamparra entra em êxtase e faz coro apresentando e defendendo a solução brasileira que pulula em suas cabeças: o desarmamento da população civil.

Imediatamente, convocam algum “izpecialista” e passam horas em lucubrações claustrais enchendo com abobrinhas os cérebros dos telespectadores, ouvintes e leitores.

Vejamos no quadro a seguir o comportamento dos homicídios no Brasil e nos Estados Unidos da América do Norte.

Frente aos números apresentados, constata-se que nos EUA ocorre 1 homicídio para cada 39 milhões de habitantes. No Brasil ocorre 1 para cada 3,6 milhões de habitantes.

Isso significa que no Brasil mata-se 10,8 vezes mais que nos EUA, um dos países mais armados do mundo com 120 milhões de armas.

Isso posto, salta aos olhos que as campanhas de desarmamento no Brasil têm outros objetivos que não são os de redução de homicídios.

Anatoli Oliynik
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